Guia do Financiamento: quem pode financiar? O que é preciso? Quanto pode ser financiado?
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Guia do Financiamento: quem pode financiar? O que é preciso? Quanto pode ser financiado?

A maioria dos brasileiros que vivem de aluguel sonham com a casa própria, porém há inúmeras dúvidas a serem esclarecidas antes de iniciar um financiamento para poder sair do aluguel. Há pessoas também que optam por investir em imóveis para adquirir uma renda, mas será que vale a pena?
Antes de mais nada, é importante entender o que é o financiamento de um imóvel. O financiamento , na maioria das vezes, é realizado por bancos. A instituição financeira paga o valor total do imóvel, ou o valor total que foi financiado ao vendedor e a partir daí o comprador do imóvel passa a dever ao banco. Os juros e taxas por parcela variam, cada instituição financeira tem um tipo de burocracia e taxas com valores diferentes.
A maioria dos bancos oferecem a possibilidade de financiamento, mas como já foi citado anteriormente, o que diferencia as condições de cada um são as taxas cobradas, condições de pagamentos, valor do imóvel e a duração do contrato. Durante o financiamento, o proprietário do imóvel não pode vender a outro comprador enquanto a dívida não for inteira paga.
Há um valor máximo que pode ser financiado?
Tudo depende da Instituição financeira que está sendo feito o financiamento. Por exemplo, em 2018, o Sistema Financeiro Habitacional (SFH), permitiu que o valor máximo de financiamento fosse de R$ 950 mil para R$ 1,5 milhão para qualquer estado brasileiro.
O financiamento pode ser realizado tanto para a compra de uma casa ou apartamento novos, quanto usados. É possível realizar o financiamento por meio do FGTS, como já foi citado, ou pelos Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. É possível optar também pelo financiamento direto com a construtora, em alguns casos. Entenda o funcionamento de cada sistema:
FGTS - No caso do FGTS, só pode participar quem tem uma determinada renda familiar máxima, dependendo da região do país. O valor do imóvel e do financiamento também possui um limite máximo, como já foi citado anteriormente.
As taxas de juros, comparado a outros tipos de financiamentos, é considerada baixa.
SBPE - Para este tipo de financiamento não há um limite máximo de renda familiar. Em alguns casos, os juros para o financiamento de um imóvel pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, as taxas de juros não podem ultrapassar os 12% ao ano, já em outros casos, as taxas podem ser maiores.
Construtoras - Caso o comprador opte pelo financiamento direto com a construtora há uma flexibilização maior no momento da negociação. Portanto, as taxas de juros são variáveis, e as condições de financiamento também.
Conheça as taxas, prazos, e valor que pode ser financiado de alguns bancos:
• Banco do Brasil
Modalidade: Aquisição PF - SFH
Percentual máximo do financiamento (imóvel novo): 80%
Juros efetivo (a.a): 10,44%
Prazo máximo: 420 meses
• Itaú
Modalidade: SFH
Percentual máximo do financiamento (imóvel novo): 75%
Juros efetivo (a.a): 10,50%
Prazo máximo: 420 Meses
• Santander
Modalidade: SFH
Percentual máximo do financiamento (imóvel novo): 80%
Juros efetivo (a.a): 11%
Prazo máximo: 420 meses
• Bradesco
Modalidade: SFH
Percentual máximo do financiamento (imóvel novo): 80%
Juros efetivo (a.a): 10,50%
Prazo máximo: 420 meses
No caso da Caixa econômica Federal a aprovação de crédito pode ser mais demorada, porém as taxas de juros são mais atraentes. Porém, o percentual de financiamento é mais baixo que de outros bancos. Na Caixa é possível financiar apenas 70% do valor de imóvel usado.
Quais os documentos necessários para solicitar um financiamento?
Para iniciar o processo de solicitação de um financiamento é necessário que o interessado apresente o RG, CPF, comprovantes de estado civil, holerites, extratos bancários, declaração completa de imposto de renda. No caso de quem trabalha por conta, ou seja, os autônomos, podem comprovar a sua renda por meio de comprovantes, contratos, declaração de sindicato, declaração de imposto de renda, recibos, ou por uma declaração comprobatória de recepção de rendimentos.
É importante ficar atento também ao planejamento financeiro da família e qual a forma de pagamento que mais se encaixa dentro do padrão do comprador. Assim, os riscos de não conseguir pagar o financiamento até o final são quase nulos.

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